Crises, irritabilidade, agressividade, choro intenso, resistência às mudanças ou dificuldade para seguir orientações podem ser interpretados apenas como birra ou desobediência.
Mas comportamento também é uma forma de comunicação, por trás dele podem existir frustração, dificuldade de comunicação, sobrecarga sensorial, ansiedade, impulsividade, rigidez cognitiva ou dificuldade de autorregulação.
Em crianças com TEA, TDAH e outros transtornos do neurodesenvolvimento, compreender os gatilhos, as necessidades e a função daquele comportamento é especialmente importante para direcionar as intervenções.
Antes de perguntar apenas “como faço isso parar?”, talvez seja preciso perguntar: “O que essa criança está tentando me dizer?”
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