Ansiedade e depressão também podem fazer parte da infância e nem sempre aparecem como os adultos esperam.
Uma criança em sofrimento emocional pode não conseguir dizer claramente que está ansiosa, triste ou sem esperança. Muitas vezes, os sinais aparecem por meio de irritabilidade, isolamento, medos excessivos, alterações no sono e no apetite, queda no rendimento escolar, sintomas físicos frequentes ou perda de interesse por atividades que antes gostava.
Por isso, mudanças persistentes no comportamento não devem ser reduzidas a “fase”, “manha” ou “falta de limites” sem antes compreender o que aquela criança está vivendo.
Neste Setembro Amarelo, fica um lembrete importante: cuidar da saúde mental também começa na infância.
Ensinar uma criança que ela pode falar sobre o que sente e pedir ajuda também é uma forma de proteção.
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