Quando a criança tem momentos sem estímulos constantes, o cérebro é desafiado a criar, imaginar, resolver problemas e desenvolver autonomia. É nesse espaço “livre” que surgem brincadeiras espontâneas, criatividade, organização do pensamento e habilidades emocionais importantes.
Do ponto de vista da neurologia pediátrica, o excesso de telas e atividades dirigidas pode limitar essas funções. Permitir o tédio, de forma segura e equilibrada, favorece o amadurecimento cerebral e contribui para um desenvolvimento mais saudável.
Menos estímulo também é cuidado. Em caso de dúvidas sobre desenvolvimento infantil, agende uma avaliação com nossa neurologista Dra. Raquel Diógenes.
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